Hoje eu vou contar uma histórinha pra vocês para completar nosso albúm de figurinhas Isso Acontece… Hoje a história não é minha, apenas sou um coadjuvante. O protagonista é meu irmão mais novo, que na época tinha uns seis anos de idade, ou seja, ingênuo de tudo. kkk
Até que um dia, Eu, Mau, filho de Jeová, falei um palavrãozinho em casa. Um palavrão de boa, que sempre estava presente nas músicas, uma tal de Buceta. Eu nunca falava esse palavrão porque minha mãe odiava e, lógico, que não queria que meu irmão ficasse ouvindo essas poucas vergonhas.
Estava tudo em perfeita harmonia, até que um dia eu soltei a maldita palavra quando bati a cabeça na parede, enquanto corria pela casa. Minha mãe não estava por perto, então, sem problemas. Sem problemas o cacete. Na hora que meu irmão ouviu ele deu uma risadinha das mais maldozas, parecendo que havia entendido o significado.
Ai eu fui lá e expliquei que a palavra era feia e que não podia ser falada, principalmente, com a presença da minha mãe. Ele fez que sim com a cabeça, mas foi só virar de costas que… que…

BUCETA MANO
Ele saiu pela casa toda berrando a bendita palavra. Minha mãe não tava em casa e tinha pedido pra eu levar meu irmão pra casa da minha vó, que é bem pero da onde eu moro. Depois de dar uma bronca na peste, fomos até a casa da minha grande mother.
Meu irmão sempre foi muito bonito e todo mundo falava ou mexia com ele na rua. Só que nesse dia o infeliz havia aprendido uma nova palavra. Pra que meu Deus. Uma mulher foi fazer cócegas nele e perguntou pra ele:
- Como que é seu nome menino bonito?
E ele respondeu:

Buceta! kkkk
Passamos pela padaria que frequntavamos e lá estava o atendente falando com meu irmão:
- Opa! Pra onde vocês estão indo?
Meu irmão:
- Pra casa da buceta!
Velho, todo mundo ficava com uma cara de cú. Mas de boa, o pior ainda estava por vir. Estav indo para casa da minha vó, se ela ouvisse meu irmão falando palavrão, quem iria levar a bronca? Eu, Mau, Filho de Deus Cumpadi Washington.
Só foi tocar a campainha que o besta começou a gritar BUCETA. Quando minha vó atendeu o portão, estava lá uma criatura com um sorrisinho filha duma, pronto pra soltar outro palavrão.
Mas como a vida é boa, parecia que ele havia esquecido ou sei lá e o problema tinha resolvido. Passou alguns dias pra eu escutar essa palavrinha de novo. Foi quando eu cheguei em casa e minha mãe tinha brigado com ele, ou seja, virou RBD e falou o palavrão mil vezes. Só parou quando viu essa cena:

AAAAE AGORA SO A MADONNA SO GOSTOSA PESSOAS ME AMEM ~~~S2~~~
Na verdade, depois disso ele nunca mais falou palavra alguma. Só chora. Coitado.
Boas festas.